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Você belisca o tempo todo? Entenda por que e como reduzir

Estar o tempo todo com fome não é normal. Será que a comida está sendo uma válvula de escape para as sua emoções?

Você belisca o tempo todo? Entenda por que e como reduzir

Você belisca o tempo todo? Estar o tempo todo com fome não é normal. Será que é fome mesmo, no sentido físico, ou é fome emocional, ou seja, a comida está sendo uma válvula de escape para as suas emoções? Entenda por que e como reduzir esse impulso de beliscar.

Ah, e se quiser dicas da Astrologia, confira aqui o seu Horóscopo Personalizado, que considera também o seu Mapa Astral, para lidar da melhor forma com os trânsitos.

O que é beliscar?

Primeiro, vamos entender: o que é beliscar? Beliscar significa comer de hora em hora ou não ficar pelo menos duas horas em jejum entre uma refeição e outra.

E o que acontece quando se belisca o tempo todo?

Cada vez que comemos algo, o corpo libera o hormônio insulina, responsável por controlar o nível de glicose no sangue. Quando liberado em excesso, a insulina pode levar ao quadro de diabetes.

Além disso, não respeitar os sinais internos de fome e saciedade do corpo pode levar ao exagero alimentar.

Mesmo sendo um simples chiclete, essa “beliscada” é um estímulo à produção de ácido no estômago, podendo gerar problemas como gastrite.

O que está por trás da vontade de beliscar?

Muitas vezes, sentimos necessidade de mastigar algo e sabemos que não é fome. Mas aquela vontade é insistente e, muitas vezes, parece mais forte do que a nossa razão.

Isso pode estar muito relacionado a um quadro de ansiedade. Veja aqui 7 alimentos que aumentam a ansiedade.

Belisca o tempo todo? Como reduzir

Segue abaixo alguns passos importantes para conseguir driblar essa “fome que não passa”.

1. Anote suas percepções

Separe um caderninho para anotar suas percepções no momento que essa fome bater. Anotar, já é um grande exercício de autoconhecimento para trazer para a consciência e conseguir ressignificar o quadro.

2. Diferencie fome física X emocional

Identifique se é uma fome física ou emocional (saiba mais aqui), pois muitas vezes podemos confundir a fome emocional sendo que o corpo está pedindo comida. Qual a diferença?

  • Fome física: é gradual, está aberta a várias opções de comida, busca saciedade
  • Fome emocional: é repentina, desejo por comidas específicas, busca comer para preencher um “vazio”.

3. Identifique os alimentos da fome emocional

Ao identificar a fome emocional, você tem dois caminhos: comer ou encontrar outra forma de suprir esse sentimento, emoção ou pensamento.

Faça uma lista dos alimentos que você percebe que são bastante procurados para suprir esse sentimento, emoção ou pensamento (doce, salgado, crocante, macio, etc.).

Veja aqui 5 alimentos que ajudam a reduzir a ansiedade.

4. Reflita sobre o alimento

Escolha um desses alimentos, feche os olhos, perceba para onde esse alimento te leva? Quais são as memórias com esse cheiro ou sabor? Anote as suas percepções.

5. Substitua o alimento

Como você se sente consumindo esse alimento? O que ele desperta em você? Através dessa resposta você pode se perguntar qual outra atividade que você pode fazer para receber isso?

Por exemplo: o alimento que mais apareceu foi o chocolate e você identificou que ele te traz uma sensação de acolhimento. Percebeu que ao caminhar no parque em contato com a natureza você se sente acolhida.

Por que não beliscar

Percebe o quanto pode estar por trás de um simples ato de beliscar?

Aprender a se nutrir além da comida e saber lidar com suas emoções são de extrema importância.

E isso, consequentemente, vai aliviando esse comer emocional a partir do momento em que você começa a nomear o que sente ou o que deseja. É como um holofote nesse ato de beliscar.

É importante que você se permita receber essas informações sem julgamento, assim fica mais fácil encontrar caminhos e não descontar as emoções na comida de forma excessiva.

Facilitando assim uma relação mais harmoniosa com suas escolhas alimentares e consigo mesma.

Com amor,

Priscila

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Priscila Monomi

Priscila Monomi

Nutricionista e Terapeuta de Thetahealing, desenvolve um trabalho de conscientização dos motivos que levam a pessoa a comer, identificando crenças alimentares e de vida. Em seus atendimentos online, une conhecimentos da nutrição consciente e intuitiva e técnicas terapêuticas. Saiba mais