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Comer Emocional: como lidar com as emoções

As emoções podem despertar em nós a fome emocional que nem sempre está ligada à vontade de comer de verdade, a fome física. Como a gente lida com essas emoções para não comer em excesso e sem necessidade?

O comportamento alimentar teve mudanças relevantes na pandemia, e saber lidar com esse tipo de fome, isto é, com o comer emocional , é essencial para a saúde mental, física e espiritual.

Neste artigo, vamos abordar o tema para que você possa aprender a identificar suas necessidades emocionais sem relacioná-las automaticamente com a comida. Confira.

O que é comer emocional?

Comer emocional é quando utiliza a comida para suprir emoções normalmente negativas, como, por exemplo, medo, raiva ou tristeza, desencadeando crises de ansiedade, estresse, angústia, dentre outros.

Este nome deriva da psicossomática, termo termo para se referir a questões que podem pertencer tanto ao campo físico quanto ao psíquico. No caso do comer emocional, as pessoas podem apresentar dificuldade em diferenciar uma fome física de uma fome emocional.

Uma alteração no modo de comer na pandemia

Este comer emocional ganhou destaque na pandemia, já que uma das mudanças que foi a forma de lidar com a comida, ou seja, nosso comportamento perante o modo de se alimentar alimentar muitas influências conforme passamos pelas emoções citadas acima, além de pensamentos de escassez e mudanças repentinas de humor.

Fazer dieta é um bom caminho?

Fazer dieta neste caso não pode ser a melhor solução pois é importante pensar no resultado a longo prazo; além disso, restringir alimentos sem orientação especial pode despertar gatilhos e escassez e causar a famosa compulsão alimentar.

Como as terapias podem ajudar?

O autoconhecimento é essencial e pode ser uma ferramenta para saber lidar com o comer emocional . Uma das formas mais efetivas é buscar ajuda por meio de terapias convencionais ou integrativas. 

Dentre elas, o thetahealing ( entenda o que é Thetahealing e de que forma ele transforma crenças e padrões ) pode ser um grande aliado por ressignificar crenças limitantes, principalmente aprendendo a lidar com as emoções e gatilhos emocionais. 

A Aromaterapia pode também ser uma grande aliada através do uso correto e seguro dos óleos essenciais, que contribuem muito no autoconhecimento e autocuidado, peças fundamentais quando estamos buscando esse apoio emocional. Saiba mais sobre aromaterapia e seus benefícios .

Veja alguns óleos que podem ajudar:

  • O óleo essencial de pau rosa trabalha permissão e aceitação para entender o seu momento e mudar alguns padrões na hora de olhar para dentro, além de resgatar o amor-próprio e a autoestima, livre de críticos e preconceitos.
  • O óleo essencial de patchouli  ajuda muito a quebrar padrões de comportamento, além de ajudar a trabalhar a saciedade.
  • O óleo essencial de lavanda  é um óleo de limpeza, vai equilibrar todas as emoções, ajudando a ter uma boa noite de sono reparadora.
  • O óleo essencial de cacau absoluto ajuda na saciedade e a trabalhar compulsão alimentar. 

Para entender mais sobre o uso dos essenciais e da Aromaterapia é sempre importante consultar um aromaterapeuta que pode te ajudar a escolher e fazer a melhor sinergia para o seu momento de vida, pois os óleos essenciais tem contraindicações e devem ser usados ​​de forma correta e segura. 

Quer saber mais a respeito desse tema?

A Jornada Nutrindo a Vida foi elaborada pelas especialistas Priscila Monomi e Solange Lima. Vamos ajudar você nessa caminhada do autoconhecimento e autocuidado pensando muito além da nutrição do corpo, mas também o cuidado com a mente e das emoções.

Clique aqui para mais informações sobre a Jornada.

Esse artigo tem a colaboração da especialista Solange Lima.

Priscila Monomi

Priscila Monomi

Nutricionista e Terapeuta de Thetahealing, desenvolve um trabalho de conscientização dos motivos que levam a pessoa a comer, identificando crenças alimentares e de vida. Em seus atendimentos online, une conhecimentos da nutrição consciente e intuitiva e técnicas terapêuticas.

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