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Como lidar com pessoas difíceis? Veja 5 dicas para melhorar a relação

Pessoas complicadas que cruzam seu caminho podem servir de impulso para o autoconhecimento. Saiba como lidar com pessoas difíceis em 5 passos

Quem aí já não conviveu ou convive com um alguém complicado e se perguntou Como lidar com pessoas difíceis? Pode ser pai, mãe, chefe, colega ou amigo… Se você encarar a vida como uma escola, a tal “pessoa difícil” que cruza o seu caminho se torna um impulso para o desenvolvimento e crescimento pessoal.

Quer saber como lidar com uma pessoa complicada? A seguir, veja cinco dicas para encarar esse desafio sem tanto estresse: 

Como lidar com pessoas difíceis em 5 passos 

Use o “Efeito Espelho” 

Em primeiro lugar, para entender como lidar com pessoas difíceis, considere fazer uma análise da relação no estilo “Efeito Espelho”. Na prática, é o seguinte: você se questiona sobre o que o irrita no outro e torna o relacionamento entre vocês difícil. Muitas vezes, essa pessoa espelha uma característica que também faz parte da sua vida. 

Por exemplo: seu chefe irrita muito você porque, quando começa a falar, não para mais. Só que quando você identifica esse traço e olha para o espelho com autocrítica acaba percebendo que você também é assim, prolixo – fala em demasia. Ou seja, aquilo que você não gosta em seu chefe acaba sendo uma característica sua que é refletida na convivência. 

Evite conflitos 

Se jogar em conflitos não é o melhor caminho. Cada pessoa tem suas próprias características positivas e negativas e, muitas vezes, suas atitudes têm mais a ver com o temperamento delas do que com uma ação pessoal contra você. 

Uma dica é fazer um teste de temperamento para identificar primeiro o seu e, em seguida, ver o de outras pessoas ao seu redor para perceber como podem conciliar o relacionamento e em qual área precisam fazer algum tipo de mediação. 

Mesmo temperamentos diferentes podem encontrar formas de trabalhar em equipe. Seja em casa, no trabalho ou em sala de aula – descubra mais detalhes sobre seu tipo de temperamento clicando aqui! 

Foque na autorregulação emocional

Busque ferramentas e recursos que o levem para sua zona de calma. São as diferentes formas que você encontra para estar mais relaxado e aliviar o estresse. O objetivo é manter a autorregulação emocional para que as ações ou palavras do outro não afetem você – isto acaba evitando traumas ou problemas mais graves de convívio. 

Aí vão dois exemplos: respirar de forma calma e lenta para oxigenar o cérebro ou fazer um “afastamento higiênico”, isto é, ficar longe da pessoa ou situação até se acalmar para depois conversar a respeito. Assim, você não engata no conflito e consegue ver a situação com serenidade e assertividade.

Busque a empatia e o diálogo

Quando duas pessoas estão iradas ou magoadas, as palavras e ações acabam minando o relacionamento. O diálogo com escuta empática é o melhor caminho para o entendimento e, quando isso não é mais possível, pode-se buscar ajuda profissional. 

Momentos de estresse como doenças, rivalidade no trabalho ou na escola e o ciúmes podem agravar ainda mais o relacionamento. Por isso, para buscar a empatia e o diálogo mantenha a calma e se afaste para analisar o cenário. Em um caso de doença, não esqueça da compaixão. Entenda que quem está vivendo a dor pode ficar muito mais sensível e não ter freio no que fala ou faz. 

Fale como se sente 

Procure ser compreensivo, mas, quando necessário, imponha seus limites. Fale com sinceridade para que a pessoa entenda. Diga o que sente de forma direta, como: “Eu fico magoado quando estou aqui ajudando você e ouço palavras que me depreciam”. 

Muitas vezes, falta clareza na comunicação dentro dos relacionamentos. E se a pessoa não estiver disposta a mudar suas atitudes para melhorar a convivência, considere se afastar. Se é no trabalho, quem sabe não está na hora de trocar de empresa e respirar novos ares?  

O objetivo é fazer o seu melhor para encontrar harmonia nas relações. Parta do autoconhecimento, entenda seu temperamento, seu potencial e capacidade de compreender que o outro é diferente de você. Existem muitas formas das pessoas acharem um meio-termo e se relacionarem de forma pacífica, com respeito às diferenças.

Andrea Leandro

Andrea Leandro

Terapeuta Floral, Mestre Reiki, Consultora em Harmonização de Espaços (internos – autoconhecimento e externos – ambiente ao seu redor). Facilitadora de Círculos de Paz e dos 26 Movimentos do BRAIN GYM®. Instrutora de Meditação e Yoga para Crianças e Adolescentes.

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