Felipe Boni
Por Felipe BoniLeia em 3 min.29/03/2020 Atualizado em 11/05/2020

Vibrar em alta frequência para manter a imunidade alta

Pandemia do medo pode baixar as defesas do organismo porque baixa a nossa vibração energética

Quero compartilhar com você minha perspectiva sobre o coronavírus e a pandemia do medo que vêm assolando os habitantes do nosso planeta Terra, o que obviamente também atinge a mim e a minha família.

Tenho acompanhado atentamente os noticiários desde quando este vírus era aparentemente apenas um problema dos chineses. Confesso que, na ocasião, pensei algo como: “Isso não está acontecendo aqui. Por que me preocupar?”. Talvez você também tenha tido esse questionamento.

Há quatro anos Bill Gates ironicamente profetizou em um TED que o próximo surto que a humanidade viveria seria algo parecido com o atual coronavírus. Será que a humanidade não se preparou o suficiente para um evento dessa proporção?

A consciência que consigo acessar é de que estamos apenas colhendo os frutos de nossas escolhas enquanto sociedade. Nada mais. Percebo esse fenômeno como um ajuste sistêmico. Estamos sendo convidados a crescer enquanto coletividade.

Quer gostemos ou não, essa Tsunami Energética já faz parte de nossa realidade. Não adianta lutar contra. Na natureza, não é o mais forte que sobrevive, sim aquele que se adapta melhor. 

Como podemos viver esse processo da melhor forma possível? Como podemos lidar com a pandemia do medo?

Para adentrarmos essa questão, é importante lembrar que o corpo humano, nosso veículo na matéria, é formado por trilhões de células e que estas se comunicam entre si através dos fluidos de nosso organismo. 

Nossas emoções influenciam diretamente nossas células e, por conseguinte, determinam a nossa frequência vibratória, pois no Universo, tudo é vibração. 

Energia equilibrada para manter a imunidade em alta

Como o objetivo de provar o poder da mente humana sobre os fluidos do corpo, o pesquisador e cientista japonês Masaru Emoto conduziu experimentos com um grupo de crianças onde, de mãos dadas, ao redor de um recipiente de água, emanaram vibrações de gratidão, amor e medo, dentre outras. O resultado foi simplesmente estarrecedor.

As moléculas de água que foram expostas a frase “Eu te odeio” estavam amareladas e disformes, enquanto lindos cristais transparentes se formaram em emanações de amor, paz e gratidão. Dito isso, vale lembrar que apenas 15% da população está acima do nível crítico de consciência. E o que isso tem a nos dizer?

Ora, leitores, quando nós, tomados pela mente coletiva, vibramos no medo, abrimos as portas de nosso templo sagrado para todo tipo de energia. E isso inclui o coronavírus. 

Vibrar em alta frequência é o melhor antídoto que existe. Você sabia que o amor, a alegria e a paz estão acima dos 500 Hertz de frequência, enquanto o medo está abaixo dos 100 Hertz? Se vibrarmos no medo, estaremos dando as boas-vindas a este vírus e outras energias.

Há um conto da tradição sufi, intitulado “Nasrudin e a Peste” que diz assim: “A Peste ia a caminho de Bagdá quando encontrou Nasrudin. Este perguntou-lhe: – Aonde vais? No que a Peste respondeu-lhe: – Bagdá, matar dez mil pessoas. Depois de um tempo, a Peste voltou a encontrar-se com Nasrudin. Muito zangado, o mullah disse-lhe: – Mentiste-me. Disseste que matarias dez mil pessoas e mataste cem mil. No que a Peste prontamente respondeu: – Eu não menti, matei dez mil. O resto morreu de medo.”

Como elevar a vibração

Venho me dedicando a elevar minha vibração tanto quanto posso e sugiro que você faça o mesmo. Há quem diga que o mundo só precisa de 144 mil almas emanando altas frequências para que nosso planeta possa transcender esse modo de vida atual. Particularmente me sinto convidado a uma nova relação comigo e com o mundo.

Vamos vibrar em alta frequência. Isso contribui consigo e, por consequência, auxilia também o outro, pois o amor, a alegria e a paz são emanações de expansão e fluxo.

Onde quer que você esteja, procure reservar, ao longo do dia, períodos de recolhimento interior. Medite, dance, cante alto, ouça músicas de natureza elevada como mantras e assista a filmes que o faça rir. 

Zele por compartilhar positividades com as pessoas. Isso não é ser alienado. Eu, por exemplo, vejo as notícias apenas para me manter informado, cuidando de não me identificar com elas. Entrar na corrente energética do medo é uma escolha.

De tudo isso, tenho fé que nós podemos inundar o mundo com um grande Tsunami de Luz. Basta que façamos essa escolha coletivamente, porém cada qual em sua individualidade. 

Que tal você também ser essa gota que promoverá a mudança? Gosto de pensar que temos a oportunidade de tocar as almas de nossos irmãos com músicas, orações e sentimentos elevados. Nós podemos ir além. Acredite!

Felipe Boni

Felipe Boni

Felipe Boni é um entusiasta da expansão da consciência e tem se dedicado exclusivamente a ser uma divertida contribuição para indivíduos, grupos e empresas, desenvolvendo palestras, treinamentos, conteúdos e retiros. Felipe é o criador do método terapêutico original Medicina da Alma, um convite ao reconhecimento do Ser através da liberação de traumas e memórias geradoras de condicionamentos. Ele encoraja as pessoas a reconhecerem potencial e brilho em suas vidas com total permissão, zelo, alegria e saber intuitivo. É também facilitador do curso Barras de Access e Facelift Energético, ambos da empresa norteamericana Access Consciousness. Para mais informações ou agendamentos de consultas, acesse www.felipeboni.com