Equipe Personare
Por Equipe PersonareLeia em 2 min.11/06/2018 

O poder do mantra OM

Seja entoado, cantado ou apenas repetido mentalmente, mantra traz equilíbrio

O mantra OM, em várias tradições advindas do Oriente, como  Hinduismo e o Budismo, é o som primordial do universo, a origem de todas as coisas. É o símbolo da energia vital positiva. Por isso que, quando entoado, leva equilíbrio para o interior da pessoa.

Para o professor de yoga Edno Serafim, que entoa o mantra há quase 20 anos, o OM é a manifestação sonora da consciência e da energia. A terapeuta holística Regina Restelli ressalta que o OM é um dos mantras mais antigos do planeta e que, quando entoado, independentemente da forma (cantado alto ou apenas recitado mentalmente), tem poder de expansão de consciência e de cura. “Ele pode ser um grande transformador de energia”, completa Regina.

Mantra OM: como praticar

O mantra OM funciona para diferentes objetivos. De acordo com a intenção, ele pode ser recitado em voz alta para curar o corpo físico (emita o som “Aum” e fique 2/3 do tempo com a boca fechada, mantendo o som). Também pode ser entoado em volume médio, para atuar no corpo mental. Por último, você pode repeti-lo apenas mentalmente para cuidar de seu emocional. Experimente usando o áudio abaixo:

Mantra OM unindo 12 cidades ao redor do mundo na Virada Sustentável

Pela segunda vez, o Ilumina Rio trouxe o Movimento de Círculo de Canções Unite in Babylon International, em conexão com grandes centros urbanos do mundo, para a Virada Sustentável Rio de Janeiro 2018.  

Foto: Abcoon

O Rio de Janeiro se uniu a outras 12 cidades ao redor do mundo na entoação do mantra OM. Pessoas em  Amsterdã (Holanda), Bruxelas (Bélgica), Bucareste (Romênia), Budapeste (Hungria), Nainital (Índia), Porto (Portugal), Praga (República Tcheca), São Paulo (Brasil), Stuttgart e Saarbrucken (Alemanha), Tel Aviv (Israel) e Washington (Estados Unidos) se conectaram em prol da comunhão, celebração e união entre as pessoas.

Equipe Personare

Equipe Personare

Nós, da equipe Personare, também estamos em um processo constante de conhecimento sobre nós mesmos, sobre o mundo e sobre as relações humanas.