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Nações em estresse

Astrologia explica tensões internacionais que devem ocorrer até 2017

 

Você tem achado que o cenário mundial há algum tempo anda muito instável e inseguro? Tem também visto mais pessoas em crise, muitas vezes recorrendo a psicólogos e psiquiatras pela primeira vez na vida? A Astrologia explica que este momento de maior pressão sobre nações e pessoas irá até o final de 2017. Nada do que está acontecendo é por acaso.

Os efeitos da quadratura Urano-Plutão no plano coletivo

A quadratura Urano e Plutão vem se manifestando desde 2010 e irá até o final de 2017. Ela está por detrás de uma série de fenômenos coletivos, dentre os quais podemos citar alguns.

  • Aumento da intensidade e da imprevisibilidade climática (secas intensas, chuvas torrenciais, tornados, etc).
  • Acirramento de diferenças entre rebeldes (Urano em Áries) e conservadores (Plutão em Capricórnio). Exemplos: Primavera Árabe, episódios racistas na Europa, a discussão sobre os direitos civis dos gays no Brasil e a polêmica com o atual presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara Federal (Marcos Feliciano), confrontos entre chavistas e oposicionistas na Venezuela, divergências entre admiradores e detratores de Margareth Tatcher após sua morte, etc.
  • Tendência a figuras de autoridade atuarem de forma ditatorial, impondo mudanças rápidas e radicais. Exemplo: um chefe que assume e modifica, em grande velocidade (Urano em Áries), organogramas, pessoas, sistemas, leis, etc. Como Plutão está em Capricórnio, que rege aquilo que é administrado pelo governo, como os órgãos públicos (Capricórnio), vem sofrendo uma onda de modernização (Urano), que imita, sobretudo, o modelo privado (Áries, signo da iniciativa privada). Muitas destas mudanças, no entanto, são apenas cosméticas, e também não levam em conta a opinião daqueles que fizeram parte do sistema (representados, neste caso, por Capricórnio).
  • Possibilidade de tensões internacionais, como as bombas na Maratona de Boston.
  • Crise naquilo que era estável. Exemplo: Europa e a moeda euro.

Como este aspecto astrológico irá ocorrer até 2017, os astrólogos já sabem do seu potencial de "barril de pólvora", por isto não se podem dizer surpresos com as ocorrências ligadas a ele, sejam as do presente ou do futuro. Urano, que é uma das pontas, rege, sobretudo, imprevisibilidade, que é a marca registrada desta quadratura, a qual faz reduzir o intervalo entre eventos impactantes e também de grande intensidade (um dos significados Plutão, a outra ponta).

É o caso, no Brasil, da boate que pegou fogo no Sul e da enchente que faz várias vítimas na região de Petrópolis. Ambas as tragédias refletem problemas ligados ao signo de Capricórnio, por onde Plutão transita. Capricórnio representa responsabilidade, prevenção, leis, fiscalizações e governos, justamente o ponto fraco em nos dois casos e com maior gravidade em Petrópolis, que não recebeu a devida atenção pública para as áreas de risco depois das fortes chuvas ocorridas dois anos antes e que matou e desabrigou um grande número de pessoas.

O que fazer neste momento coletivo?

Por se tratar de um momento de "mexida", que vai durar mais dois anos, o melhor a fazer é tentar não piorar as coisas. Preconceito, falta de diálogo e intolerância são formas de piorar. Diálogo, flexibilidade e solidariedade são formas de melhorar. E também fazer pressão sobre figuras de autoridade para resolver problemas sempre injustiças, intolerâncias e tragédias ocorrerem, já que antecipar-se a elas exigiria uma maturidade de cidadania que ainda estamos construindo no Brasil.

Falando em construção de maturidade, se a quadratura Urano-Plutão tem a ver com transformação, isto implica na transformação da sociedade e de cada um de nó como cidadãos. Nesta última parte é importante refletir que não se pode cobrar responsabilidade e retidão de figuras de autoridade se o próprio cidadão não as pratica.

Uma lata de cerveja (na minha opinião, uma simples guimba de cigarro) que você joga no chão já mostra que você não está fazendo a sua parte. Aceitar um cargo em órgão público e não querer fazer nada é também assinar embaixo de toda a corrupção. Não adianta culpar o outro ou o sistema: uma sociedade é a reunião de muitos convergindo para uma mesma direção, e é preciso que cada um de nós acorde para a própria parte.

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SOBRE O AUTOR

Vanessa Tuleski

Mora no RJ e estuda astrologia desde 1989. Autora do livro Signos astrológicos - as doze etapas para a auto-realização, vendido através do site www.vanessatuleski.com.br. Ministrou cursos no Rio, São Paulo e Porto Alegre. Saiba mais »

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