
A minha maior felicidade foi poder ajudar a minha mãe a voltar a andar depois de um AVC e, ao mesmo tempo, fazer minha filha andar, pois tive minha filha muito cedo aos 16 anos. E sendo mãe solteira passei maus bocados. Mas hoje me vejo como uma vencedora dos dois lados: como filha e como mãe.
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