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Mulheres com dificuldades no amor e no sexo podem ter útero doente

Memórias dolorosas são guardadas neste órgão e causam problemas físicos e emocionais

 
Imagem: Bigstockphoto

O útero é a mais importante fonte da energia feminina. Segundo estudos de metafísica, é onde se guarda a criatividade feminina, a sensualidade, a feminilidade e toda a energia vital. Afinal, nosso primeiro contato de vida é dentro de um útero, no qual ficamos por 9 meses. Gosto de chamar este órgão de "caixinha do ventre", que também é doador de energia vital e também muito receptivo, guardando memórias celulares de todas situações amorosas que vivemos, traições, mágoas, primeiro beijo, primeira relação sexual, primeiro amor, carinho familiar e maternal, amamentação, suas lembranças sendo filha e com seus filhos. Enfim, é uma caixinha de lembranças, pensamentos, sentimentos e ânimos em geral.

Portanto, no meu trabalho atuo com o útero como parte de um tratamento, de uma reabilitação para este órgão, cujo objetivo é resgatar a feminilidade, para que a mulher retorne a perceber sua beleza, seus valores, se dê mais atenção e aprenda a se amar de forma tão profunda e gostosa, de forma que todos ao seu redor percebam essa atmosfera de alto astral.

Quando uma mulher não está em contato com o seu útero e não cuida dele, o primeiro a sofrer as consequências disso é o ciclo menstrual, que desregula e pode vir acompanhado de fortes cólicas, menstruação com cheiro forte, escura e grossa e muita TPM. Ou seja, o corpo dá sinais de que você está judiando de si mesma, está desconectada da sua essência. Afinal, o corpo não distingue o que é físico do que é emocional ou psicológico. Para ele, funcionamos como um todo - e é justamente isso que somos. Portanto, suas emoções e sua personalidade refletem no seu corpo e na sua fisiologia, o que acomete, por exemplo, seu ciclo menstrual.

Outra manifestação desse útero doente são as disfunções sexuais, como sentir dor durante o sexo, vaginismo (quando a vagina se fecha involuntariamente, não permitindo a penetração), dificuldade para alcançar o orgasmo e, claro, os agravamentos do útero propriamente dito, como mioma, por exemplo.

Enquanto o útero guardar agonia, repressões, dores e pesares, essa mulher não conseguirá se libertar para vivenciar o auge do seu prazer, feminilidade e autoconfiança.

Terapia e reabilitação do útero

Através de terapias específicas é possível liberar as cargas guardadas no útero, fazendo com que ele retome seu estado original de vitalidade. Então, essa mulher poderá desfrutar de todas as virtudes femininas e ter mais facilidade em moldar pensamentos e ideias que antes a deixavam presa a padrões arcaicos e difíceis de mudar, por mais que quisesse.

Por exemplo: eu sempre me senti atraída por tudo que representava saúde, bem-estar e o natural da vida. Tinha muita vontade de me tornar vegetariana, mas era uma grande carnívora. Após começar um trabalho mais frequente com o útero, certo dia acordei decidida a largar a carne e obtive êxito neste meu objetivo. Isso acontece porque, ao limpar o útero, você limpa também os padrões negativos que estão nele e fica mais receptiva ao novo, afinal, é dentro do útero que somos moldados, é ali que desenvolvemos e nascemos para a vida.

E no caso de mulheres que retiraram o útero?

Na teoria, nosso corpo não deveria perder nada, especialmente órgãos. O organismo não tem a capacidade de se automutilar para tratar um órgão que não funciona mais ou que está doente. No entanto, sabemos que é possível, em alguns casos, fazer a retirada de um órgão por meio de um procedimento cirúrgico - como no caso do útero - com o intuito de manter uma pessoa viva e até mais saudável.

Apesar disso, o corpo não entende que o órgão foi retirado, isso significa que energeticamente ele continua enviando "informações" para este mesmo local, é como se o útero ainda estivesse dentro da mulher. Por este motivo, mulheres que não possuem mais o útero podem acumular memórias e bloqueios na região que este órgão estaria localizado, já que energeticamente ele ainda se faz presente em seus corpos. Possuo muitas clientes histerectomizadas e que, ainda assim, fazem o tratamento deste "útero energético".

Por último, vale lembrar que as memórias não ficam acumuladas apenas no útero, mas também no canal vaginal.

Como tratar o útero?

Indico que todas as mulheres pelo menos uma vez na vida passem por vivências, tratamentos psicológicos ou ate mesmo uma técnica milenar chamada "reconsagração do ventre". Essas práticas trazem para o consciente quais bloqueios e registros estão profundamente escondidos em nosso inconsciente. São eles que trazem complicações no amor, no sexo ou na autoestima.

Além desse, há outros tratamentos, como a Ovoterapia Íntima (veja link abaixo) e exercícios meditativos cuja finalidade é liberar os bloqueios que ficam armazenados no útero.

Como tratar o útero?

Um dos tratamentos que pode ser feito é por meio de uma técnica chamada Ovoterapia Íntima. Conheça!

Como tratar o útero?

Se preferir, também é possível fazer um exercício mental para ajudar seu corpo a resgatar bloqueios do passado e curá-los.

Atendimento com a autora

Roberta Struzani, fisioterapeuta ginecológica e autora do artigo, realiza atendimentos em SP e em algumas cidades do Brasil para ajudar mulheres a se livrarem de bloqueios, por meio de tratamentos voltados para a cura do útero. Para mais informações, mande um email para: fisioterapia.roberta@gmail.com ou uma mensagem por Whatsapp: (11) 98604-7261

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SOBRE O AUTOR

Roberta Struzani

Especialista em sexualidade feminina, autoconhecimento e autoestima. Fisioterapeuta pós-graduada em Ginecologia, Obstetrícia e Mastologia. Saiba mais »

contato: fisioterapia.roberta@gmail.com
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