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Gil e Diana, cancerianos atípicos

Mapas do cantor e da princesa revelam forte presença de outros signos

 

Em Astrologia, o estudo de casos reais muitas vezes vale mais do que páginas e páginas de discurso teórico, a fim de ilustrar como não basta apenas o conhecimento do signo solar para analisar uma pessoa. Quando falo sobre o signo de Câncer, por exemplo, costumo sempre citar o exemplo do cantor, compositor e ex-ministro da Cultura, Gilberto Gil, nascido em 26 de junho de 1942, às 11h50, em Salvador (Bahia).

Gil é um canceriano com Júpiter em Câncer, ou seja, nasceu no momento em que as qualidades atribuídas ao quarto signo zodiacal estava sendo amplificadas, expandidas. A forte atividade do planeta Júpiter no mapa de Gil é também mostrada pelo fato de que a Lua - regente de Câncer - se encontrava no signo de Sagitário no momento de seu nascimento. Gil é, portanto, o que chamaríamos de um "canceriano atípico", com fortes matizes sagitarianas. Talvez por isso o seu primeiro grande sucesso musical tenha um refrão tão clássico dos filhos de Júpiter: "Realce! Quanto mais purpurina melhor!".

Sim, a forte presença de Júpiter no mapa de Gilberto Gil é a fonte de todo este "realce", que o tornou não apenas um dos mais extraordinários músicos brasileiros, como também o único ministro da história do Brasil que era mais importante do que o próprio cargo que ocupava. Mas por detrás desta qualidade expansiva e extraordinária, clássica de Júpiter, continua a atuar uma poderosa simbologia lunar, canceriana, que ilustra um homem que navega com facilidade pelas águas cálidas dos sentimentos humanos. Gil absorve, capta, reflete as emoções alheias assim como as águas de um lago refletem quem nelas se mira. Torna-se, então, um canal inspirado por onde a arte atravessa, o que também é favorecido por seu muito provável Ascendente em Libra que, regido por Vênus, torna Gil tão talentoso para tudo o que diz respeito ao mundo artístico e cultural.

 

No contexto internacional, a princesa Diana da Inglaterra foi um bom exemplo de personalidade fortemente canceriana, mas também com traços de Sagitário e Aquário. Nascida no dia 1 de julho de 1961 às 19h45 em Sandringham (Reino Unido), Diana mesclava numa só alma a ternura de uma personalidade doce e cuidadosa com os outros, que se importava com os sentimentos e necessidades das pessoas, com o ativismo militante da Lua em Aquário.

O poderoso interesse de Diana por jovens, ilustrando seu lado maternal canceriano, levou à criação de um prêmio que leva seu nome: o Diana Memorial Award, concedido a jovens que se dedicam a causas sociais e caritativas. Conhecida por seu extremo amor pelas pessoas que sofrem, Diana chocou o mundo ao ousar segurar a mão de um paciente com AIDS, numa época em que ainda se cogitava que o vírus pudesse ser transmitido pelo toque.

Reconhecida por seus atos de caridade e pela participação em campanhas sociais importantes (como o combate à AIDS, por exemplo), uma mobilização típica de pessoas que têm Lua em Aquário, Diana Spencer transcendeu o cargo que ocupou, de princesa, tornando-se maior do que as próprias funções - assim como Gilberto Gil em relação ao Ministério da Cultura. Isso se deve mais à forte presença de Júpiter no mapa dos dois do que ao signo de Câncer, mas, assim como no caso de Gil, Diana era especialista em falar ao coração das pessoas - um atributo canceriano clássico.

Imagens: Divulgação.

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SOBRE O AUTOR

Alexey Dodsworth

Astrólogo há quase 30 anos, é escritor, membro da MENSA e atualmente cursa doutorado em Filosofia e Ética em Veneza. Tem ampla experiência em ensino de Filosofia, já tendo sido consultor da UNESCO e assessor especial no Ministério da Educação. Saiba mais »

contato: alexey-revista@personare.com.br
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