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Como é escolhido o arcano do mês no Personare?

Cartas revelam principais tendências coletivas para um determinado período

 
Imagem: Le.Mat, via Visualhunt

Dos e-mails que chegam: "Qual a força ou mesmo a idoneidade dos arcanos do mês que aparecem em diferentes páginas? Nunca são iguais! Qual deles seguir?". Sim, existem muitas pessoas que puxam uma carta para o dia, uma para a semana, uma para o mês e até mesmo uma para o ano. E elas são válidas.

"Ué, mas todas elas são válidas? Então, qualquer pessoa pode tirar uma carta que vale para tudo e todos?", alguns podem se perguntar. Não é bem assim. E não é simplesmente tirar a esmo. Deve-se levar em conta o propósito do sorteio (para quê? para quem?) e a marcação de tempo aplicada (para quando? Dentro de qual período?). Esta é uma forma de delimitar a atuação dos símbolos, sendo para uma previsão ou para uma orientação, a um grupo ou um público em particular.

Aqui no Personare, por exemplo, as cartas selecionadas para o mês são sorteadas tendo como premissa aquela que melhor venha a orientar os usuários, nos períodos especificados."Aqui no Personare, por exemplo, as cartas selecionadas para o mês são sorteadas tendo como premissa aquela que melhor venha a orientar os usuários, nos períodos especificados."

São tendências gerais que ressoam, que batem, que agradam, preocupam e até desagradam.

Ao contrário da Astrologia, que tem uma fonte única de cálculos (que são as posições dos planetas e os aspectos, considerados universais), com o Tarot teremos sempre cartas diferentes porque cada oraculista responsável tem um baralho em mãos - um microcosmo à disposição - que refletirá suas respectivas intenções. Ainda que os referenciais sejam os mesmos no mundo todo (78 arcanos: 22 Maiores e 56 Menores), existem deformações simbólicas, sistemas e filosofias diferentes no âmbito do Tarot. A melhor maneira de avaliar a validade e a eficácia desses arcanos é testando a interpretação e percebendo sua atuação em nossas vidas.

Mesmo que os símbolos também sejam universais, eles falam através de vozes diferentes. Vez ou outra as cartas são as mesmas, indicando que certas energias podem estar alinhadas. Mas pode acontecer de serem próximas ou absolutamente destoantes. A prioridade é perceber que cada carta, por mais divergente de um canal para outro, acaba sendo pertinente à pessoa interessada. Os símbolos falam ao melhor e ao pior de nós. E a idoneidade de cada canal é medida pela assertividade da interpretação, não pelas cartas sorteadas.

Portanto, querer ou pressupor que as cartas de todos os canais sejam iguais para validar o Tarot ou dar uma impressão de coerência oracular é o mesmo que desejar que um raio caia várias vezes no mesmo lugar. Pode acontecer, claro, mas não somos nós que determinamos isso.

Então, cabe avaliar o que se lê, assiste e ouve sobre os arcanos selecionados para um período estipulado de atuação. Conviver com os símbolos. O Tarot é um instrumento auspicioso para o aperfeiçoamento pessoal e, sobretudo, para tomar as devidas atitudes diante do mundo.

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